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Amo Poesias › De Repente (Mário Quintana)


  

De Repente


Olho-te espantado:
Tu és uma Estrela do mar.
Um mistério estranho.
Não sei...

No entanto,
O livro que eu lesse,
O livro na mão.
Era sempre o teu seio!

Tu estavas no morno da grama,
Na polpa saborosa do pão...

Mas agora enchem-se de sombra os cí¢ntaros.

E só o meu cavalo pasta na solidão.


Autor: Mário Quintana

Adicionado em 24/10/2008  |  Cliques: 17




 


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