O que você procura?
 


  

Caput Immortale


Na dinâmica aziaga das descidas,
Aglomeradamente e em turbilhão
Solucem dentro do Universo ancião,
Todas as urbes siderais vencidas!

Morra o éter, Cesse a luz. Parem as vidas.
Sobre a pancosmológica exaustão
Reste apenas o acervo árido e vão
Das muscularidades consumidas!

Ainda assim, a animar o cosmos ermo,
Morto o comércio físico nefando,
Oh! Nauta aflito do Subliminal,

Como a última expressão da Dor sem termo,
Tua cabeça há de ficar vibrando
Na negatividade universal!


Autor: Augusto dos Anjos

Adicionado em 17/09/2009  |  Cliques: 71




 


Home | Política de Privacidade | Termos de Uso |    Copyright ©2019 Amo Poesias www.amopoesias.com