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Amor em paz  ( Vinícius de Moraes )
Eu amei Eu amei, ai de mim, muito mais Do que devia amar E chorei Ao sentir que iria sofrer E me desesperar Foi então Que da minha infinita tristeza Aconteceu você Encontrei em você a razão de viver E de amar em paz E não sofrer mais Nunca mais Porque o amor é a coisa mais triste ...
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Canto VII (Parte II)  ( Luís Vaz de Camões )
45 Destarte o Malabar, destarte o Luso, Caminhavam lá pera onde o Rei o espera. Os outros Portugueses vão ao uso Que infantaria segue, esquadra fera. O povo que concorre vai confuso De ver a gente estranha, e bem quisera Perguntar; mas, no tempo já passado, Na Torre de Babel lhe foi vedado. 46 O Gama e o Catua ...
Tipo: Poesias


A MATILDE URRUTIA Seí±ora mí­a muy amada, gran padecimiento tuve al escribirte estos mal llamados sonetos y harto me dolieron y costaron, pero la alegrí­a de ofrecértelos es mayor que una pradera. Al proponérmelo bien sabí­a que al costado de cada uno, por aficción eléctiva y elegancia, los poetas de todo tiempo dispusiero ...
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(II)Longe de tudo  ( Cruz e Souza )
É livre, livre desta vã matéria, Longe, nos claros astros peregrinos Que havereemos de encontrar os dons divinos E a grande paz, a grande paz sidérea. Cá nesta humana e trágica miséria, Nestes surdos abismos assassinos Termos de colher de atros destinos A flor apodrecida e deletéria. O baixo mundo que troveja ...
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Canto X (Parte I)  ( Luís Vaz de Camões )
1 Mas já o claro amador da Larisseia Adúltera inclinava os animais Lá pera o grande lago que rodeia Temistitão, nos fins Ocidentais. O grande ardor do Sol, Favónio enfreia Co sopro que, nos tanques naturais, Encrespa a água serena, e despertava Os lí­rios e jasmins, que a calma agrava, 2 Quando as fermosas Nin ...
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Canto IV (Parte I)  ( Luís Vaz de Camões )
1 «Despois de procelosa tempestade, Nocturna sombra e sibilante vento, Traz a manhã serena, claridade, Esperança de porto e salvamento; Aparta o Sol a negra escuridade, Removendo o temor ao pensamento Assi no Reino forte aconteceu Despois que o Rei Fernando faleceu. 2 «Porque, se muito os nossos desejaram Que ...
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