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Poema Pouco Original do Medo  ( Alexandre ONeill )
O medo vai ter tudo pernas ambulâncias e o luxo blindado de alguns automóveis Vai ter olhos onde ninguém o veja mãozinhas cautelosas enredos quase inocentes ouvidos não só nas paredes mas também no chão no teto no murmúrio dos esgotos e talvez até (cautela!) ouvidos nos teus ouvidos O medo vai ter tudo fantasma ...
Tipo: Poesias


Amor e medo  ( Casimiro de Abreu )
Quando eu te vejo e me desvio cauto Da luz de fogo que te cerca, ó bela, Contigo dizes, suspirando amores — Meu Deus! que gelo, que frieza aquela! Como te enganas! meu amor, é chama Que se alimenta no voraz segredo, E se te fujo é que te adoro louco És bela — eu moço; tens amor, eu — medo Tenho medo de mim, de t ...
Tipo: Poesias


Tu Tens um Medo  ( Cecília Meireles )
Acabar. Não vês que acabas todo o dia. Que morres no amor. Na tristeza. Na dúvida. No desejo. Que te renovas todo dia. No amor. Na tristeza Na dúvida. No desejo. Que és sempre outro. Que és sempre o mesmo. Que morrerás por idades imensas. Até não teres medo de morrer. E então serás eterno. Não ames como os hom ...
Tipo: Poesias


AMOR  ( Clarice Lispector )
Um pouco cansada, com as compras deformando o novo saco de tricí´, Ana subiu no bonde. Depositou o volume no colo e o bonde começou a andar. Recostou-se então no banco procurando conforto, num suspiro de meia satisfação. Os filhos de Ana eram bons, uma coisa verdadeira e sumarenta. Cresciam, tomavam banho, exigiam para si, ...
Tipo: Poesias


Canto IV (Parte I)  ( Luís Vaz de Camões )
1 «Despois de procelosa tempestade, Nocturna sombra e sibilante vento, Traz a manhã serena, claridade, Esperança de porto e salvamento; Aparta o Sol a negra escuridade, Removendo o temor ao pensamento Assi no Reino forte aconteceu Despois que o Rei Fernando faleceu. 2 «Porque, se muito os nossos desejaram Que ...
Tipo: Poesias


Canto II (Parte I)  ( Luís Vaz de Camões )
1 Já neste tempo o lúcido Planeta Que as horas vai do dia distinguindo, Chegava í  desejada e lenta meta, A luz celeste í s gentes encobrindo; E da casa marí­tima secreta Lhe estava o Deus Nocturno a porta abrindo, Quando as infidas gentes se chegaram í€s naus, que pouco havia que ancoraram. 2 Dantre eles um, qu ...
Tipo: Poesias



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