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#816 Pesquisa por "carlos drummond andrade " | 55 resultados em 10 páginas, em 0.02831 segundos





Não se mate  ( Carlos Drummond de Andrade )
Carlos, sossegue, o amor é isso que você está vendo hoje beija, amanhã não beija, depois de amanhã é domingo e segunda-feira ninguém sabe o que será. Inútil você resistir ou mesmo suicidar-se. Não se mate, oh não se mate, reserve-se todo para as bodas que ninguém sabe quando virão, se é que virão. O amor, Car ...
Tipo: Poesias


Canto VII (Parte I)  ( Luís Vaz de Camões )
1 Já se viam chegados junto í  terra, Que desejada já de tantos fora, Que entre as correntes índicas se encerra E o Ganges, que no Céu terreno mora. Ora sus, gente forte, que na guerra Quereis levar a palma vencedora Já sois chegados, já tendes diante A terra de riquezas abundante! 2 A vós, ó geração de Luso, ...
Tipo: Poesias


Canto I (Parte I)  ( Luís Vaz de Camões )
1 As armas e os baríµes assinalados Que da Ocidental praia Lusitana, Por mares nunca dantes navegados Passaram ainda além da Taprobana, Em perigos e guerras esforçados Mais do que prometia a força humana, E entre gente remota edificaram Novo Reino, que tanto sublimaram; 2 E também as memórias gloriosas Daqueles ...
Tipo: Poesias


Amar  ( Carlos Drummond de Andrade )
Que pode uma criatura senão, entre criaturas, amar? amar e esquecer, amar e malamar, amar, desamar, amar? sempre, e até de olhos vidrados, amar? Que pode, pergunto, o ser amoroso, sozinho, em rotação universal, senão rodar também, e amar? amar o que o mar traz à praia, o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha, é ...
Tipo: Poesias


Consolo na praia  ( Carlos Drummond de Andrade )
Vamos, não chores. A infância está perdida. A mocidade está perdida. Mas a vida não se perdeu. O primeiro amor passou. O segundo amor passou. O terceiro amor passou. Mas o coração continua. Perdeste o melhor amigo. Não tentaste qualquer viagem. Não possuis carro, navio, terra. Mas tens um cão. Algumas palavr ...
Tipo: Poesias


Lira do Amor Romântico  ( Carlos Drummond de Andrade )
Atirei um limão nágua Pedindo à água que o arraste. Até os peixes choraram Porque tu me abandonaste. Atirei um limão nágua Foi tamanho rebuliço. Que os peixinhos protestaram Se é amor, deixa disso. Atirei um limão nágua Não fez o menor ruído. Se os peixes nada disseram Tu me terás esquecido? Atirei um limã ...
Tipo: Poesias



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