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A um poeta  ( Olavo Bilac )
Longe do estéril turbilhão da rua, Beneditino escreve! No aconchego Do claustro, na paciência e no sossego, Trabalha e teima, e lima , e sofre, e sua! Mas que na forma se disfarce o emprego Do esforço e trama viva se construa De tal modo, que a imagem fique nua Rica mas sóbria, como um templo grego ...
Tipo: Poesias


A mocidade  ( Olavo Bilac )
A mocidade é como a primavera! A alma, cheia de flores resplandece, Crê no Bem, ama a vida, sonha e espera, E a desventura facilmente esquece. í‰ a idade da força e da beleza Olha o futuro, e inda não tem passado E, encarando de frente a Natureza, Não tem receio do trabalho ousado. Ama a vigí­l ...
Tipo: Poesias


O rio  ( Olavo Bilac )
Da mata no seio umbroso, No verde seio da serra, Nasce o rio generoso, Que é a providência da terra. Nasce humilde; e, pequenino, Foge ao sol abrasador; í‰ um fio dágua, tão fino, Que desliza sem rumor. Entre as pedras se insinua, Ganha corpo, abre caminho, Já canta, já tumultua, Num alegre borburinho. Agora ...
Tipo: Poesias


Junho  ( Olavo Bilac )
Coro de crianças Passem os meses desfilando! Venha cada um por sua vez! Dancemos todos, escutando O que nos conta cada mês! Junho Em chamas alvissareiras, Ardem, crepitam fogueiras . . . — E os balíµes de S. João Vão luzir, entre as neblinas, Como estrelas pequeninas, Entre as outras, na amplidão. Não há ...
Tipo: Poesias


O tempo  ( Olavo Bilac )
Sou o Tempo que passa, que passa, Sem princí­pio, sem fim, sem medida! Vou levando a Ventura e a Desgraça, Vou levando as vaidades da Vida! A correr, de segundo em segundo, Vou formando os minutos que correm . . . Formo as horas que passam no mundo, Formo os anos que nascem e morrem. Ninguém po ...
Tipo: Poesias


A vida  ( Olavo Bilac )
Na água do rio que procura o mar; No mar sem fim; na luz que nos encanta; Na montanha que aos ares se levanta; No céu sem raias que deslumbra o olhar; No astro maior, na mais humilde planta; Na voz do vento, no clarão solar; No inseto vil, no tronco secular, — A vida universal palpita e canta! ...
Tipo: Poesias



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