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#23313 Pesquisa por "TEXTO FALANDO DE SOLIDARIEDADE" | 15 resultados em 3 páginas, em 0.02156 segundos





Canto II (Parte II)  ( Luís Vaz de Camões )
57 Já pelo ar o Cileneu voava; Com as asas nos pés í  Terra dece; Sua vara fatal na mão levava, Com que os olhos cansados adormece. Com esta, as tristes almas revocava Do Inferno, e o vento lhe obedece. Na cabeça o galero costumado. E destarte a Melinde foi chegado. 58 Consigo a Fama leva, por que diga Do Lusit ...
Tipo: Poesias


Canto IV (Parte I)  ( Luís Vaz de Camões )
1 «Despois de procelosa tempestade, Nocturna sombra e sibilante vento, Traz a manhã serena, claridade, Esperança de porto e salvamento; Aparta o Sol a negra escuridade, Removendo o temor ao pensamento Assi no Reino forte aconteceu Despois que o Rei Fernando faleceu. 2 «Porque, se muito os nossos desejaram Que ...
Tipo: Poesias


A triste partida  ( Patativa do Assaré )
Setembro passou, com oitubro e novembro Já tamo em dezembro. Meu Deus, que é de nós? Assim fala o pobre do seco Nordeste, Com medo da peste, Da fome feroz. A treze do mês ele fez a experiença, Perdeu sua crença Nas pedra de sá. Mas ní´ta experiença com gosto se agarra, Pensando na barra Do alegre Natá. Rompe ...
Tipo: Poesias


As doces cantilenas que cantavam os semicapros deuses, amadores das Napeias, que os montes habitavam, cantando escreverei; que, se os amores aos silvestres deuses maltrataram, já ficam desculpados os pastores. Vós, Senhor Dom António, aonde acharam o claro Apolo e Marte um ser perfeito, em que suas altas men ...
Tipo: Poesias


ALMENO e AGRÁRIO, pastores  ( Luís Vaz de Camões )
Ao longo do sereno Tejo, suave e brando, num vale de altas árvores sombrio, estava o triste Almeno suspiros espalhando ao vento e doces lágrimas ao rio. No derradeiro fio o tinha a esperança que, com doces enganos, lhe sustentara a vida tantos anos ní¼a amorosa e branda confiança; que, quem tanto queria, parece ...
Tipo: Poesias


Canto VII (Parte II)  ( Luís Vaz de Camões )
45 Destarte o Malabar, destarte o Luso, Caminhavam lá pera onde o Rei o espera. Os outros Portugueses vão ao uso Que infantaria segue, esquadra fera. O povo que concorre vai confuso De ver a gente estranha, e bem quisera Perguntar; mas, no tempo já passado, Na Torre de Babel lhe foi vedado. 46 O Gama e o Catua ...
Tipo: Poesias



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